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São Paulo, abril de 2009
Deus seja louvado
(Carta vinculada ao Tópico nº 1, da Reunião Geral Anual de Ensinamentos – 2009)
Anciães à cara irmandade
ASSUNTO: VIGILÂNCIA SOBRE NOSSAS CRIANÇAS
Querida irmandade, em nossa reunião de ensinamentos deste ano, em São Paulo, foi abordado o assunto acima mencionado.
Como deve ser de vosso conhecimento, aumenta em nossa nação e no mundo, de maneira alarmante, o número de crianças de ambos os sexos que são abordadas por pessoas mal intencionadas que, com palavras suaves e convincentes, fazem uma lavagem cerebral nos menores e estes acabam acompanhando tais indivíduos, caindo em verdadeiras armadilhas de abusos e corrupção, o que tem produzido desgraça e lágrimas nas famílias.
A nossa intenção, por meio desta carta, é a de nos comunicar convosco, a esse respeito, sentindo, diante de Deus, ser nosso dever para com a querida irmandade.
Diante dos fatos concretos de que temos notícia, torna-se premente a necessidade de redobrada vigilância da parte da irmandade sobre seus filhinhos. Queremos, com isso, dizer que os pais devem saber o que se passa com seus filhos na saída das escolas, quais as suas companhias, em casa de quem estão indo, a que lugares se dirigem quando vão a reuniões e festas, com quem mantiveram conversas e de que assunto trataram, como também saber se algo lhes foi oferecido ou proposto.
Os pais devem reservar um tempo para diálogo com seus filhos. A vigilância sobre eles deve ser contínua, em todos os lugares.
Como amigos e confidentes de seus filhos, os pais conseguirão que as crianças tenham o coração aberto e dêm oportunidade de serem socorridas, a tempo de se evitar sofrimentos e pesares. É oportuno lembrar o ensinamento para os pais de que a doçura dos lábios aumenta o ensino. Sempre que tiverdes oportunidade, falai com vossos filhos a respeito de Deus, o Pai Eterno, e de seu santo Filho Jesus Cristo. Queira o Senhor iluminar a querida irmandade. Nós oraremos por vós.
Dos irmãos em Cristo, que vos amam em sinceridade de Deus.
Os Anciães
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São Paulo, abril de 2009
Deus seja louvado
(Carta vinculada ao Tópico nº 6, da Reunião Geral Anual de Ensinamentos – 2009)
Os Anciães à cara irmandade
ASSUNTO: CONVIVÊNCIA ENTRE MARIDO E MULHER
Atualmente nota-se fragilidade dos laços de casamento, o que tem levado muitos casais a se separarem, não por infidelidade matrimonial, mas por incompatibilidade de gênios. Dos filhos de Deus se espera que façam firme a sua união e lutem pela sua própria felicidade, da qual participarão também os filhos que crescem.
Para que isso se torne possível é necessário que cada um se renuncie a si mesmo, a favor de seu cônjuge, para evitar a ruptura, nada fazendo precipitadamente. Ambos sabem quais os seus direitos e quais os seus deveres dentro das sagradas escrituras, deixadas pelos homens de Deus que falaram e escreveram inspirados pelo Espírito Santo. No capítulo 7, verso 1 ao 5 da I Aos Corintios, está declarado o conveniente comportamento de ambos diante do Senhor; no verso 7, do capitulo 3, da I Epístola de Pedro Apóstolo, também há um excelente conselho para o marido, ensinando como honrar sua esposa, coabitando com ela com entendimento, para que não sejam impedidas as orações que ambos fazem a Deus. Em Efésios 5, versos 28 e 29, orienta que os maridos devem amar suas mulheres, esclarecendo que quem ama a sua mulher ama-se a si mesmo. No verso 33 manda que a mulher reverencie o marido. Cada um deve saber possuir o seu vaso em santificação e honra (I Tess., 4:4), não se entregando ao desenfreamento de concupiscências, próprio dos que não têm o conhecimento de Deus.
Os recém casados esforcem-se para se compreenderem mutuamente, evitando encher-se de soberbas, orgulhos e violências, que podem terminar em ódio e culminar com uma rejeição total de parte a parte.
O ciúme de um para com o outro tem sido a causa de muitos desentendimentos. Assim também as dificuldades financeiras e a diferença de escolaridade costumam provocar desajustes entre os casais. Outrossim, os costumes do mundo que alguns tinham, no passado, não devem ser trazidos para o casamento.
Muitos casais estão se desentendendo e até mesmo se separando por participarem das salas de bate-papo da Internet.
Guardem-se do procedimento dos que ignoram o temor que se deve a Deus, porque o que eles fazem em oculto até dize-lo é torpe ( Ef. 5:12), é vergonhoso pois, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem (Judas, 10).
Amando-se, perdoando-se e tendo um coração nobre e bondoso de um para o outro, a ruína não virá, nem para vós e nem para vossos filhos. Quando o casal se tornar mais amadurecido, ambos darão graças a Deus por terem andado na luz do Seu conselho, que tornou sólida a sua união, e colherão os bons frutos da compreensão e da humildade.
Dos irmãos em Cristo, que vos amam em sinceridade de Deus.
Os Anciães
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São Paulo, março de 2004.
CIRCULAR
AO MINISTÉRIO EM GERAL
Deus seja louvado.
Estamos fazendo chegar às vossas mãos uma circular dirigida à nossa irmandade exortando-a a respeito do excessivo rumor nas igrejas, antes e durante os cultos, situação essa que se agrava em muitas de nossas congregações, com o que estamos preocupados, uma vez que isso representa uma ruptura em nossas santas tradições.
Esperamos que os esclarecimentos da circular produzam um bom efeito no coração da irmandade, mas, para isso sem dúvida é necessário que todos nós, que presidimos sobre a irmandade e pregamos a Palavra, tenhamos o mesmo pensamento, a mesma intenção e procedimento igual nos cultos, a fim de que o povo se espelhe em nós e nos acompanhe em nosso comportamento.
Caros irmãos, redigimos esta circular ao ministério em geral sabedores que muitos servos de Deus já atenderam às nossas exortações anteriores a esse respeito, mas outros ainda não. Voltamos, portanto, a insistir, pelo amor que todos temos pela obra de Deus, que haja um sincero esforço por parte do ministério na intenção de pormos um fim a tanto barulho nas igrejas, o qual barulho não recomenda, antes denigre a imagem da Congregação, não só diante das pessoas que moram nas imediações das igrejas, mas também perante as autoridades.
Se o que preside se mantiver em silêncio e assim ensinar a irmandade, certamente conseguiremos corrigir esse erro. Uma presidência sábia, com luz, gravidade e espiritualidade fará com que também o povo cresça com essas qualidades, tendo diante de si nos cultos um homem iluminado por Deus, adulto no entendimento, que bem maneja a Palavra da Verdade e que não se deixa levar por entusiasmos e imprudências mas sabe discernir o movimento do Espírito Santo, primeiro em si mesmo e também na Igreja, reprimindo espíritos que queiram perturbar o andamento dos cultos sagrados.
Lendo a circular dirigida à irmandade, cada servo de Deus certamente compreenderá e saberá qual a parte que lhe toca e como deve atuar para que vejamos a exortação surtir o efeito desejado.
Já temos nos tópicos anuais muito falado a respeito do que não deve ser feito e nem falado sobre os púlpitos para não inflamar a irmandade à manifestação. A glorificação virá naturalmente, dada pelo Espírito Santo, quando o coração da irmandade é tocado pela luz e a espiritualidade do conselho pregado com sobriedade, calma e decência por parte do pregador.
Não prolonguemos os cultos, permaneçamos na medida do possível dentro do horário de duração. Não deixemos que haja gritaria e nem manifestações descontroladas nos cultos. Vigiemos e exortemos com amor, evitando que haja expressões como: “glória ao Deus que tudo pode”, “glória ao Deus que não perde batalha”. Deus não se agrada dessas vãs repetições. Jesus ensinou a não usarmos de vãs repetições, como os que não conhecem a Deus, os quais pensam que por muito falarem serão ouvidos. Estes ensinamentos devem ser sempre lembrados à irmandade por parte do ministério, sempre recordando que é grande o número dos novos convertidos à fé que ainda não escutaram esses ensinamentos e crescem imitando os outros, desconhecendo quase que totalmente as nossas santas tradições, os quais necessitam de ensinamentos e doutrina.
O principal e o mais eficaz ensinamento para eles é o exemplo do nosso comportamento moldado no que temos aprendido através dos anos.
Vossos irmãos em Cristo,
OS ANCIÃES
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CIRCULAR
À IRMANDADE EM GERAL
Deus seja louvado.
Através desta circular os anciães se dirigem à cara irmandade, e em particu-lar aos novos na fé batizados nos últimos anos, para fazer lembrados alguns prin-cípios, procedimentos e tradições que a Congregação mantém desde quando o Senhor iniciou esta dispensação da graça em nossa nação.
Queremos, com essas palavras, fazer referência ao excessivo rumor e às ma-nifestações desnecessárias e exageradas que vêm sendo observadas em diversas de nossas igrejas.
Rogamos à querida irmandade que nos atenda e que cada um se esforce por manter maior silêncio antes e durante os cultos, não somente por causa do bom testemunho aos de fora, como também para evitarmos o fechamento de alguma de nossas casas de oração, pois sabemos, com comprovação, que algum local e-vangélico de cultos foi, pelas autoridades municipais, fechado, em atenção à re-clamação da vizinhança sobre o excessivo rumor e manifestações em voz muito alta.
Amados irmãos, desejamos lembrá-los que a Congregação sempre gozou de um excelente conceito diante do nosso governo e, por isso, todos nós devemos cooperar para que este bom cheiro e esta boa reputação não caia por terra diante da nossa nação e de seus governantes.
A nossa exortação tem fundamento nas Escrituras Sagradas. Paulo, o apósto-lo, ensinava aos Coríntios qual a ordem que devia haver nos cultos, dizendo que se
alguém falasse língua estranha, que isso fosse feito por duas ou quando mui-to por três pessoas e por sua vez e que deveria haver um intérprete e que, caso não houvesse quem interpretasse, a pessoa deveria estar calada na igreja e falar só no seu coração, entre si e Deus. Quando diz “calado na igreja” mostra que cada um deve manter-se em silêncio, aguardando a obra do Espírito Santo.
Também ensinava na epístola que, falando todos de uma só vez, entrando alguma visita estranha à nossa fé, esta se escandalizaria por causa da desordem.
O ensinamento que desde o princípio tivemos é que os que vêm à igreja fa-çam sua oração particular em silêncio; ao se levantarem leiam as Escrituras Sa-gradas ou mantenham-se quietos até o início do culto; se alguém der glória a Deus que o faça com voz baixa e de vez em quando, não constantemente sem pa-rar na igreja, como fazem alguns que, com isso, perturbam quem quer silêncio para ler a Bíblia, para orar ou para estar quieto, em comunhão.
Ao nos ajoelharmos juntos para orar, haja uma glorificação a Deus em voz baixa e todos por igual. Iniciando alguém a oração a irmandade deve silenciar para ouvir e, após, dizer Amém, entendendo o que ouviu. Não se pode impedir que a irmandade, em certos trechos da oração, dê glória, mas deve logo calar-se para continuar ouvindo e deixar os demais ouvirem.
Também no momento em que os irmãos do ministério esperam pela Palavra a irmandade deve guardar silêncio; muitos irmãos, em sua boa vontade e pensan-do ajudar, começam nessa hora a falar em voz alta, pedindo ao Senhor que dê força a Seu servo para levantar, passando a haver um rumor na igreja que, ao in-vés de ajudar, perturba e tira a comunhão que o ministério necessita nesse mo-mento. Mas a irmandade ajudará se clamar a Deus em pensamento, no coração, mantendo silêncio. O Senhor nos ouve sem que abramos a nossa boca.
Quem deve impelir algum servo de Deus a pregar a Palavra é o Espírito San-to no homem interior, no coração, e não a irmandade. As vozes de fora podem produzir confusão e incerteza e induzir a erro algum servo de Deus. É necessário que a irmandade se compenetre disto.
Sobre o procedimento e a maneira com que cada um deve vir e estar na igre-ja os vossos anciães e cooperadores vos orientarão, pois eles são conhecedores dos marcos antigos da nossa fé e doutrina e das nossas santas tradições, como sabem
também o que çonvém para o bom testemunho da obra de Deus.
Lembramos também que foi pela ordem, luz e sabedoria divina notadas em nossos cultos que muitas almas se converteram à nossa fé e foram convencidas pelo Espírito Santo que o Senhor estava presente.
Vossos irmãos em Cristo,
OS ANCIÃES
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