CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

65ª ASSEMBLÉIA – 2000

65ª ASSEMBLÉIA – 2000 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 17 A 21 DE ABRIL DE 2000

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO.

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – COMEMORACÃO DO NATAL

Não comemoramos o Natal. Não deve ser guardado porque ninguém sabe o dia do nascimento de Jesus Cristo, pois Ele não permitiu que ficasse escrito para que ninguém guarde o dia de seu nascimento.

* 2 – IRMÃOS QUE VIAJAM PARA O EXTERIOR

As cartas de apresentação não devem ir com o irmão que viaja, mas devem ser solicitadas pelo Ancião ou Cooperador da localidade para onde a pessoa foi. O pedido poderá ser feito para o Brasil por telefone ou carta e será a carta de apresentação remetida pelo correio.

* 3 – VIAGENS A NEGÓCIOS OU A PASSEIO

Irmãos que viajam a negócios ou a passeio, não devem hospedar-se em residências de irmãos e nem nas congregações. Tem havido reclamações de muitos que foram hospedados em residências de irmãos, ficando vários dias, causando transtornos e onerando as famílias. Ao final, foram embora sem ter deixado a mínima cooperação. Outros, além do que acima foi descrito, forçaram a compra de produtos sem que a família tivesse condições para adquirir.

* 4 – INTERNET

Atualmente estão sendo colocados na Internet, por pessoas que se intitulam nossos irmãos, assuntos referentes à Congregação e à irmandade. Tal procedimento não deve ser permitido.

Tudo o que o crente tem de necessidade para a sua vida, principalmente espiritual, está contido na Palavra de Deus, que o Senhor envia, todos os dias, nos santos cultos. A irmandade não deve se envolver com coisas que só trazem confusão na Obra de Deus.

* 5 – NEGÓCIOS DUVIDOSOS

Os nossos irmãos, principalmente os de ministério, devem tomar cuidado para não entrar em negócios duvidosos, que também envolvem a irmandade, pois isto poderá nos comprometer. Tudo me é licito, mas nem tudo convém e o que milita não deve se embaraçar com os negócios desta vida.

* 6 – VISITAS E CULTOS EM PRESIDIOS MASCULINOS

Irmãs não devem fazer visitas e nem participar dos cultos realizados nos presídios masculinos. Mesmo os irmãos que fazem essas visitas devem estar acertados por Deus.

* 7 – EVITAR MANIFESTAÇÕES E GLORIFICAÇÕES EM VOZ ALTA NAS ORAÇÕES E DURANTE TODO O CULTO

Vem dito na Palavra de Deus: E se alguém falar lingua estranha, faça-se isso por dois, ou quando muito três, cada um por sua vez, e haja intérprete. “Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus”. (I Cor., 14:27, 28).

Em obediência a esta regra doutrinal a irmandade não deve manifestar linguas em voz alta e nem glorificar em alta voz no andamento dos cultos, principalmente quando alguém estiver orando, pois, muitas vezes nem se ouvem as palavras da oração devido às manifestações em alta voz. Isso é falta de ordem no culto. E Deus é Deus de ordem. Convém que nos mantenhamos em respeitoso silêncio.

* 8 – EVITAR ATITUDES ESTRANHAS NOS CULTOS

Há irmãos que batem palmas nos cultos, quebrando a ordem e a disciplina diante de Deus. Outros se abraçam manifestando em Iínguas após o culto, alterando a ordem em meio à irmandade. Estas manifestações devem cessar. São cousas estranhas à Obra de Deus.

* 9 – ASSUNTOS QUE NÃO DEVEM SER TESTEMUNHADOS

Aqueles que se convertem não devem testemunhar que foram drogados ou estiveram envolvidos em crimes e que Deus os libertou quando os chamou para esta graça.

* 10 – TESTEMUNHOS

Observa-se com alguma freqüência, irmãos com costume de agradecer à irmandade ou nominar algum irmão do ministério pelas orações, unção, visitas ou outro beneficio. A irmandade deve ser orientada que a liberdade é para expressar agradecimento exclusivamente a Deus, pelas operações dele recebidas.

* 11- CASAIS – COABITAREM COM ENTENDIMENTO – (Ler somente o texto; não comentar)

A Palavra de Deus, dada ao Apóstolo São Paulo, exorta: “Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra. Não na paixão de concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus. (I Tessalonicenses, 4:4, 5).

Os casais, em sua união, não devem proceder conforme os costumes abomináveis daqueles que não conhecem a Deus.

* 12 – LOGOTIPO DA CONGREGAÇÃO

O logotipo da CCB está sendo usado em alguns de nossos impressos para assegurarmos a continuidade do registro da marca da Congregação Cristã no Brasil.

A irmandade não deve utilizar esse logotipo (CCB) em camisetas, bonés, adesivos para colocar em veiculas, etc.

* 13 – HINÁRIOS DA CONGREGACÃO

A irmandade deve ser aconselhada a adquirir os Hinários, que são para uso exclusivo da Congregação Cristã no Brasil, em suas comuns congregações.

Nossos Hinários não devem ser adquiridos para serem dados a pessoas estranhas à nossa fé.

* 14 – ENSAIOS REGIONAIS – REGÊNCIA

Reconsiderando o tópico da Assembléia Geral de 1998, delibera-se que, nos ensaios regionais poderão reger até três encarregados regionais.

* 15 – CASAIS DE IRMÃOS QUE SE DIVORCIAM

Com a promulgação da lei do divórcio no Brasil, muitos casos dificeis entre a irmandade foram solucionados. A lei civil prescreve os motivos pelos quals o divórcio pode ser concedido, porém, a Palavra de Deus só admite o divórcio e novo casamento no caso de adultério.

“Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”, a não ser em caso de adultério. Mesmo assim, entre a irmandade alguns não obedecem e pedem o divórcio por outros motivos como, por exemplo, incompatibilidade de gênios.

Entre nós, todo e qualquer caso, antes da iniciativa de qualquer dos cônjuges, deverá ser apresentado ao Ministério de Anciães, pois temos que permanecer no fundamento que sempre tivemos, desde o principio desta gloriosa Obra. ­

* 16 – NÃO CHAMAR OS SERVOS DE DEUS POR APELIDO

A irmandade não deve chamar os servos de Deus por eventuais apelidos.

Também os servos de Deus, nas reuniões e nos cultos, devem tratar-se pelo nome, sempre acrescentando o tratamento de irmão: “Irmão Fulano, irmão Beltrano”, mesmo que haja entre alguns o grau de parentesco.

* 17 – ORDEM DO CULTO NO SERVIÇO EM FUNERAL

Nos serviços em funerais, deve-se cantar somente dois hinos, um no inicio e outro no encerramento. Se o horário estiver avançado, suprime-se o último hino. Já há ensinamento antigo a respeito.

ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

18 – PREGAÇÃO DA PALAVRA – NÃO LER SOMENTE UM VERSlCULO

Tendo em vista a não observância por parte de diversos servos, volta-se ao

assunto quanto à necessidade obedecer o que ficou determinado nas Assembléias de 1982 e 1999: “Deve-se ler o capitulo todo. Se este for muito longo lê-se apenas uma parte. Mas nunca um só versículo.”

19 – SERVOS QUE EXAGERAM NA PREGAÇÃO

No referente a pregações e atitudes exageradas no púlpito, fica determinado que os servos que se acham nessa situação devem ser aconselhados pelos servos mais antigos. Se persistirem, serão convocados em reunião ministerial, quando os servos Ihes farão ver sua responsabilidade e dever perante Deus e perante a irmandade. Não se deve admitir abusos.

Quem não se submeter e persistir na não-observância destes ensinamentos, poderá perder o ministério.

20 – CUIDADOS NA PRESIDÊNCIA E NA PREGAÇÃO

Já há um ensinamento antigo de que não se deve entregar o púlpito a qualquer um, principalmente se nós não conhecemos a pessoa. Em muitos lugares, se chega um irmão e testemunha, dizendo que é de outra localidade, logo lhe oferecem a liberdade da Palavra. Se chega alguém para ler a Palavra, deve-se perguntar o nome, de onde ele é e se alguém o conhece; caso contrário, ficará sentado.

O servo que está presidindo nunca deve dizer que não tem a Palavra, pois isso desanima a irmandade e abre a porta para os solícitos.

Quanto à presidência do culto, pertence a quem Deus coloca para atender aquela casa de oração. Se um Ancião vai congregar em outra congregação e sente de presidir, então é diferente. Podemos oferecer a presidência para outro servo, mas nunca forçar. As coisas de Deus são movidas pelo Espírito de Deus, não por força e nem por violência.

Também não se deve pregar contra outras denominações e crenças ou religiões e nem contra qualquer veiculo de comunicação. Devemos ensinar a irmandade a fugir daquilo que Deus não se agrada e que vem para atrapalhar a nossa vida espiritual e material. Temos que doutrinar a irmandade com amor, sem espancar e nem oprimir.

21 – PRESIDÊNCIA DOS CULTOS – TESTEMUNHOS

Devemos ter cuidado na presidência dos cultos. A Palavra de Deus diz: “Aquele que preside, presida com cuidado”. Não se deve estender os testemunhos até tarde. A irmandade deve ser orientada sobre os testemunhos.

Deve-se agradecer a Deus quando o Senhor faz o milagre, porém, há certas situações que devem ser consideradas. As vezes os médicos dizem que, pela ciência, a pessoa está desenganada. Há casos em que a pessoa é ungida e dentro do próprio hospital o Senhor faz o milagre. Outras vezes a pessoa é hospitalizada para manifestar aos médicos o poder de Deus. Precisamos ter entendimento em tudo.

22 – EVITAR CULTOS BARULHENTOS

Devemos observar a lei do silêncio. O volume de som produzido pelos cultos pode ser medido e quantificado por decibéis. Ultrapassando o limite legal, a Con

gregação causadora estará sujeita a ser multada e até fechada, em caso de reincidência. Por isso temos que levar em consideração essa realidade e evitar cultos barulhentos ou que se estendam além do horário previsto.

23 – PRELEÇÕES

No atendimento dos cultos, alguns irmãos têm por costume ficar fazendo preleções diversas, tanto no inicio, como antes da oração, antes dos testemunhos, antes da Palavra, no encerramento do culto, e quase sempre desnecessárias, com efeitos prejudiciais no aproveitamento do tempo para a Palavra e dos hinos, promovendo ainda interrupção da comunhão da irmandade.

24 – BUSCAS DE DONS

Os cultos para buscas de dons deverão ser previamente considerados em reunião ministerial.

25 – CELEBRAÇÃO DO BATISMO – PRECAUÇÕES.

Ao fazer a oração dentro do tanque do batismo, o servo deve pedir as bênçãos sobre todos os que vão ser batizados.

Palavras que devem ser ditas no momento do batismo: “Irmão (ou Irmã), Em Nome de Jesus Cristo te batizo, Em Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém”.

Se, após a oração nas águas, o servo se esquecer de dizer estas palavras para o primeiro que for batizado, deverá dizê-las e submergi-lo novamente.

No ato do batismo, o Ancião deve segurar as mãos juntas da pessoa que vai ser batizada e colocar a outra mão sobre a cabeça da mesma. Na hora de submergir, a mão que está sobre a cabeça da pessoa deve ser colocada na parte posterior do pescoço da mesma, e não nas costas, para facilitar a imersão e a sua retirada das águas.

26 – TANQUES PARA BATISMOS

– Durante a realização do batismo, a água do tanque, sempre que possível, deve ser corrente, filtrada e tratada.

– Para enfermo em situação critica (doenças infecto-contagiosas, sonda no nariz ou em outras partes, vazamentos, dificuldade para locomoção até o tanque, retorno imediato para o hospital, etc.), deve ser realizado um batismo extra na congregação, fora do dia de culto ou em outro local com tanque portátil, a fim de que, após ele, outros não sejam batizados.

– Após o batismo, o tanque deverá ser lavado, desinfetado e a água trocada; também as roupas devem ser lavadas e desinfectadas.

– Tanque localizado no pátio da congregação deverá ter proteção, a fim de evitar que alguma criança caia dentro e tenha alguma conseqüência desastrosa.

– Quando o batismo for realizado em rios, riachos, córregos, lagos, lagoas, represas, etc., deve-se proceder com muito cuidado pois a água deve ser, sempre que possível, limpa, sem contaminação de esgotos ou venenos utilizáveis na agricultura.

– As leis de proteção aos mananciais e de proteção e preservação ao meio

ambiente não permitem: danificação de árvores, arbustos, gramados, represamento ou desvio do rumo das águas, desbarrancamento das margens e também não permitem que se abandone no local e nem que se lance na água resíduos de alimentos, papéis, latas, garrafas, sacos plásticos, etc.

– Se algum servo for surpreendido infringindo estas leis, além de multas, a Congregação estará sujeita a processo, pelo crime cometido contra a natureza.

27 – CARTAS DE APRESENTAÇÃO NÃO SÃO BASE PARA APRESENTAR ALGUÉM PARA O MINISTÉRIO

Irmãos que vêm de fora, de outras localidades, não devem ser apresentados para o Ministério só porque trouxeram carta de apresentação mencionando que “tem bom testemunho”.

Deve-se buscar informações sobre o testemunho de tais irmãos com o Ministério da própria localidade de onde procedem, para evitar futuras conseqüências desagradáveis e inconvenientes, sem solução.

28 – MUDANÇA EM CARGO ADMINISTRATIVO – QUANDO SE DEVE ORAR

Quando o administrador, para o qual já foi orado, tiver que mudar de cargo administrativo, não precisa de nova oração. Somente deve ser considerado, previamente, com o Ministério, em reunião. O mesmo critério se aplica aos membros do Conselho Fiscal que, eventualmente, passem a exercer cargo administrativo, e vice-versa.

29 – ADMINISTRADORES E MEMBROS DO CONSELHO FISCAL

Os irmãos Administradores e membros do Conselho Fiscal deverão ter situação regular perante o fisco, nos negócios, na familia e na irmandade. Havendo alguma dificuldade ou alteração de sua situação regular, apresentar-se espontaneamente ao Ministério, para consideração e encaminhamento, evitando-se saber por terceiros, principalmente assuntos relacionados com a Congregação.

Se algum irmão Administrador tiver pendências junto à Receita Federal, poderá causar problemas para a Congregação. Portanto, antes de se apresentar algum irmão para membro da Administração ou do Conselho Fiscal, deve-se procurar saber, de algum modo, sua situação fiscal e comercial.

Outrossim, deve-se dar especial atenção às Administrações onde não existam distribuição dos trabalhos entre todos os Administradores, concentrando-se em um ou dois irmãos, principalmente na área financeira, onde têm ocorrido fatos lamentáveis, com comportamento inadequado de algum administrador. Onde houver necessidade serão constituidos vices.

30 – EXTINÇÃO DAS REUNIÕES DE ENCARREGADOS REGIONAIS E EXAMINADORAS DE TODO O BRASIL

A partir deste ano não serão mais realizadas as reuniões de encarregados regionais e examinadoras de todo o Brasil, que ocorriam no mês de Junho, na Capital do Estado de São Paulo.

31 – NÃO UTILIZAR O TITULO MINISTERIAL

Não se deve utilizar o titulo de Ancião, Diácono ou Cooperador, para sugerir a colocação de nomes em ruas ou outros logradouros públicos. ­

Quanto a sugerir só os nomes, sem o titulo, não podemos impedir.

ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR DEVEM SER LEVADOS AO CONHECIMENTO DAS ADMINISTRAÇÕES.

32 – DOAÇÕES

As doações devem ser escrituradas em conta própria e com obediência às normas legais vigentes, quanto aos documentos de aquisição e Declaração de Doação.

Lembramos que a Congregação não fornece recibo de doações em dinheiro ou material. Outrossim, como não somos registrados no Conselho de Assistência Social, não é dedutivel do Imposto de Renda qualquer doação feita à Congregação.

TÓPICOS DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

* 1 – EMPRÉSTIMOS

(Somente este tópico, da Obra da Piedade, deve ser lido perante a Irmandade)

Não se pode fazer empréstimos e nem trocar cheques com as importâncias coletadas ou ofertadas para a Obra de Deus. Da mesma forma, também não se deve emprestar materiais de cozinha, vasilhames, ferramentas, camas, colchões, etc. Igualmente, não se deve permitir a utilização dos recintos da congregação para festas de casamento, ou outros eventos.

Os dormitórios e cozinhas das congregações são só para os servos que estiverem em missão e não para aqueles que vêm tratar de assuntos particulares.

2 – COLETAS

São três as coletas oficiais: para Construções, para a Obra da Piedade e para Viagens Missionárias; em muitas regiões a coleta para Manutenção é feita separadamente da Construção.

As coletas recebidas nas Reuniões de Jovens e Menores também devem ser especificadas e respeitadas as finalidades. As coletas realizadas nas Reuniões da Mocidade são destinadas diretamente para a Obra da Piedade.

Por ocasião das Reuniões Anuais de Ensinamentos, é apresentada à irmandade a necessidade de cooperação para a Coleta Especial Pró-Despesas de Assembléia e Diversos, para cooperação nas despesas necessárias na cidade onde serão realizadas as reuniões.

Coleta extra, trimestral, somente se for apresentada e aprovada em Reunião Ministerial.

As coletas são voluntárias e anônimas, não devendo a irmandade ser forçada a cooperar e nem obrigada a assumir compromissos. Não se deve aceitar doações de relógios, jóias ou outros objetos. Quem desejar desfazer-se de algum objeto, deverá vendê-lo e cooperar com dinheiro.

3 – RECEBIMENTO DE COLETAS

É atribuição dos irmãos porteiros, receber os frutos e colocar nos bolsos separados para cada finalidade, a fim de respeitar o sentimento que Deus colocou no coração da irmandade, não desvirtuando para outras finalidades as importâncias recebidas.

Ao término dos cultos, após a irmandade haver-se retirado, os irmãos porteiros, juntamente com os irmãos diáconos, dirigir-se-ão à secretaria para contagem dos frutos e registro no livro competente, agradecendo a Deus em oração. Os frutos não devem ser levados para casa; toda casa de oração deverá ter cofre, podendo ser de embutir na parede.

Aos irmãos diáconos cabe a responsabilidade de acompanhar todo o movimento, orientando os porteiros naquilo que for necessário, e estar atentos aos irmãos recebedores das ofertas, a fim de evitar que algum espertalhão se coloque junto aos mesmos e receba da irmandade, aproveitando-se da simplicidade de nossos irmãos.

Nada impede que o irmão diácono, em caso de necessidade, também receba as coletas.

4 – TRANSFERÊNCIAS DAS COLETAS PARA A OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

De acordo com o que já está estabelecido, após o encerramento das coletas, no máximo até o dia 10 do mês seguinte, a Administração deverá entregar aos irmãos diáconos o total das coletas da Obra da Piedade e Viagens Missionárias, juntando uma cópia da relação das congregações que contribuíram.A Administração não pode reter os frutos. Em algumas localidades, devido a dificuldades, estas importâncias são antecipadamente transferidas, semanalmente ou quinzenalmente.

5 – ATENDIMENTOS DA OBRA DA PIEDADE

Os atendimentos da Obra da Piedade devem ser feitos sempre em dinheiro, nos envelopes individuais modelo C-3M, e não por meio de cheques. Somente para pagamento de compras para estoque, os irmãos diáconos emitirão cheques nominativos aos fornecedores.

6 – DIÁCONOS

Os irmãos Diáconos devem estar livres no final dos cultos, para tratar algum assunto com as irmãs da Obra da Piedade, ou com o Ministério ou quando procurados por algum irmão ou irmã. Fora de suas atribuições, os irmãos Diáconos somente deverão cooperar em outros serviços (auxiliar em Batismos, Santas Ceias, Construções, etc.), quando solicitados pelos irmãos Anciães.

Irmãos Diáconos não devem ficar ausentes dos cultos, das reuniões, da comum congregação, sem ter dado ciência ao Ministério local.

7 – DIÁCONO EM MISSÃO

Sempre que for designado um irmão Diácono para atender uma Reunião de Ensinamentos da Obra da Piedade, ele será o responsável pela apresentação dos ensinamentos, cabendo aos demais respeitar e acatar o que for apresentado. No

decorrer da reunião, Deus poderá servir-se de outro irmão Diácono para apresentar alguma coisa por Deus revelada, não devendo, entretanto, repetir o que já tenha sido apresentado, não ocupar o tempo contando maravilhas e não repisar a Palavra já enviada. Alguns, levantam em seguida e ocupam muito tempo, desrespeitando o Diácono que está com a missão. Terminados os ensinamentos, o irmão Diácono passará a presidência ao irmão Ancião, para a oração de agradecimento, não devendo, após, levantar-se outros Diáconos. Estas reuniões não devem ser prolongadas.

8 – VERIFICAÇÃO DA ESCRITA DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

Foi uma preparação de Deus a formação dos grupos de trabalho para orientação da Escrita da Obra da Piedade e Viagens Missionárlas, todavia, há limites que devem ser respeitados. Algumas localidades têm reclamado que irmãos Anciães e também irmãos do Conselho Fiscal querem examinar a escrita e também ver a documentação. Isto não deve ser feito por estes irmãos mas, sim, pelos irmãos Diáconos que fazem parte dos grupos de trabalho. O atendimento da Obra da Piedade é sigiloso, conforme diz a Palavra de Deus e o Estatuto. Toda documentação deve ser arquivada pelos irmãos Diáconos, em arquivos apropriados, e não devem ser exibidos a ninguém, salvo para autoridades que porventura venham fiscalizar. A Administração tomará conhecimento do movimento da Obra da Piedade e Viagens Missionárias, para inclusão na contabilidade geral, através do relatório contendo os valores globais de entradas e saidas, que será entregue mensalmente até o dia 10 do mês seguinte ao vencido (art. 24 e parágrafos do Estatuto).

9 – 4ª EDICÃO DO MANUAL DE ESCRITURAÇÃO DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

Este manual foi elaborado em conjunto por grupos de irmãos de várias regiões do Brasil. Não devem ser feitos outros diferentes, pois este modelo é padronizado para todo o Brasil. Qualquer alteração eventualmente necessária, partirá daqui, para todas as localidades. Temos exemplares suficientes para fornecer a quem necessitar.

10 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃS PARA A OBRA DA PIEDADE

Irmãos Anciães, Cooperadores e Diáconos devem estar em comunhão e totalmente de acordo para a apresentação de irmãs para a Obra da Piedade. Deve-se observar se a irmã tem o dom de Deus, se tem idade apropriada, o tempo de crente para ocupar esse ministério e, se tiver filhos menores, deve-se aguardar o crescimento dos mesmos, evitando-se a apresentação de viúvas novas, desquitadas ou casadas em segundas núpcias (por desquite ou divórcio).

Após a apresentação em reunião ministerial, havendo confirmação, não se deve apresentá-las à irmandade nas congregações e nem elas devem testemunhar esse fato. Todavia, far-se-á uma reunião particular, com a presença do seu esposo, do ministério local e das irmãs da Obra da Piedade daquela localidade.

11 – REUNIÕES DE ENSINAMENTOS PARA PORTEIROS

Nestas reuniões não devem ser distribuidos tópicos para os participantes.

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